Parkour (abreviação: PK) é uma disciplina física de origem francesa, em que o participante, chamado de "tracer" no masculino, ou "traceuse" no feminino, sobrepõe obstáculos de modo mais rápido e direto possível, utilizando-se de diversas técnicas como saltos, rolamentos e escaladas.
Parkour - é basicamente o método natural de treinar o corpo para se tornar capaz de se mover adiante com agilidade, fazendo uso dos obstáculos que estão a nossa volta o tempo todo.
Umas das filosofias da prática é que a mesma não necessita de nenhuma estrutura ou acessorios, seu corpo é sua unica ferramenta.
Aplicando-se à arquitetura, é um modo de transpor os limites impostos pelas construções.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Teoria da Deriva
Entre os diversos procedimentos situacionistas, a teoria da deriva se apresenta como uma técnica ininterrupta através de diversos ambientes. O conceito de deriva está ligado indissoluvelmente ao reconhecimento de efeitos da natureza psicogeográfica, e à afirmação de um comportamento lúdico-construtivo, o que se opõe em todos os aspectos às noções clássicas de viagem e passeio.
Uma ou várias pessoas que se lançam à deriva renunciam, durante um tempo mais ou menos longo, os motivos para deslocar-se ou atuar normalmente em suas relações, trabalhos e entretenimentos próprios de si, para deixar-se levar pelas solicitações do terreno e os encontros que a ele corresponde. A parte aleatória é menos determinante do que se crê: no ponto de vista da deriva, existe um relevo psicogeográfico nas cidades, com correntes constantes, pontos fixos e multidões que fazem de difícil acesso à saída de certas zonas.
Mas a deriva, em seu caráter unitário, compreende o deixar levar-se e sua contradição necessária: o domínio das variáveis psicogeográficas pelo conhecimento e o cálculo de suas possibilidades. Concluído este ultimo aspecto, os dados postos em evidência pela ecologia, ainda sendo a priori muito limitado o espaço social que esta ciência propõe estudar, não deixam de ser úteis para apoiar o pensamento psicogeográfico.
o caráter principalmente urbano da deriva, em contato com os centros de possibilidade e de significação que são as grandes cidades transformadas pela industria, respondem melhor a frase de Marx: “Os homens não podem ver ao seu redor mais que seu rosto; tudo lhes fala de si mesmo. Até suas paisagens estão animadas”.
Pode-se derivar só, mas tudo indica que a divisão numérica mais produtiva consiste em vários grupos pequenos de duas ou três pessoas que chegaram a um mesmo estado de consciência; a análise conjunta das impressões destes grupos distintos permitirá chegar a conclusões objetivas. É preferível que a composição dos grupos troque de deriva uma com a outra.
O ensino da deriva permite estabelecer os primeiro quadros das articulações psicogeográficas de uma cidade moderna. Além do reconhecimento de unidades de ambiente, de seus componentes principais e de sua localização espacial, se percebe seus eixos principais de caminhos, suas saídas e suas defesas. Chega-se assim à hipótese central da existência de placas giratórias psicogeográficas. Medem-se as distâncias que separam efetivamente os lugares de uma cidade que não têm relação com o que uma visão aproximativa de um plano urbano poderia perceber.
Na arquitetura, a inclinação à deriva leva a anunciar todo tipo de novos labirintos que as possibilidades modernas de construção favorecem.
Fonte de pesquisa:http://www.agbsaopaulo.org.br/node/109
Uma ou várias pessoas que se lançam à deriva renunciam, durante um tempo mais ou menos longo, os motivos para deslocar-se ou atuar normalmente em suas relações, trabalhos e entretenimentos próprios de si, para deixar-se levar pelas solicitações do terreno e os encontros que a ele corresponde. A parte aleatória é menos determinante do que se crê: no ponto de vista da deriva, existe um relevo psicogeográfico nas cidades, com correntes constantes, pontos fixos e multidões que fazem de difícil acesso à saída de certas zonas.
Mas a deriva, em seu caráter unitário, compreende o deixar levar-se e sua contradição necessária: o domínio das variáveis psicogeográficas pelo conhecimento e o cálculo de suas possibilidades. Concluído este ultimo aspecto, os dados postos em evidência pela ecologia, ainda sendo a priori muito limitado o espaço social que esta ciência propõe estudar, não deixam de ser úteis para apoiar o pensamento psicogeográfico.
o caráter principalmente urbano da deriva, em contato com os centros de possibilidade e de significação que são as grandes cidades transformadas pela industria, respondem melhor a frase de Marx: “Os homens não podem ver ao seu redor mais que seu rosto; tudo lhes fala de si mesmo. Até suas paisagens estão animadas”.
Pode-se derivar só, mas tudo indica que a divisão numérica mais produtiva consiste em vários grupos pequenos de duas ou três pessoas que chegaram a um mesmo estado de consciência; a análise conjunta das impressões destes grupos distintos permitirá chegar a conclusões objetivas. É preferível que a composição dos grupos troque de deriva uma com a outra.
O ensino da deriva permite estabelecer os primeiro quadros das articulações psicogeográficas de uma cidade moderna. Além do reconhecimento de unidades de ambiente, de seus componentes principais e de sua localização espacial, se percebe seus eixos principais de caminhos, suas saídas e suas defesas. Chega-se assim à hipótese central da existência de placas giratórias psicogeográficas. Medem-se as distâncias que separam efetivamente os lugares de uma cidade que não têm relação com o que uma visão aproximativa de um plano urbano poderia perceber.
Na arquitetura, a inclinação à deriva leva a anunciar todo tipo de novos labirintos que as possibilidades modernas de construção favorecem.
Fonte de pesquisa:http://www.agbsaopaulo.org.br/node/109
Flaneur
Contexto Histórico
A industrialização nos séculos XVIII e XIX trouxe consigo o fenômeno da urbanização das cidades
européias e, como conseqüência disso, a formação das multidões, dos grandes conglomerados humanos.A mudança de ritmo na vida dos habitantes da cidade foi marcante; o desenvolvimento da linha de montagem das grandes fábricas e a ideologia do “tempo é dinheiro” passou a ditar o aproveitamento do tempo no cotidiano das pessoas. Houve a configuração de um novo tipo de experiência de vida, do tempo e do espaço. E foi durante o ápice dessa sociedade, nas décadas de1830 e 1840, que ocorreu o aparecimento de uma figura que parecia alheia a tudo isso, o flaneur.
O Flaneur
O flaneur é um observador que caminha tranqüilamente pelas ruas, apreendendo cada detalhe, sem ser notado, sem se inserir na paisagem, que busca uma nova percepção da cidade. E para situar a curiosa figura do flâneur no tempo, é preciso entendê-lo,antes de tudo, como uma figura nascida na modernidade.Ele apareceu como o contraponto do burguês, que dedicava grande parte do seu tempo ao mundo dos negócios. A flânerie conseguiu solidificar-se como a experiência própria daquele que gostava de perambular pelas ruas pelo simples prazer de observar ao seu redor; que não devia satisfações ao tempo e tinha a rua como matéria prima e fonte de inspiração.
Flanar é vagar pelas ruas não simplesmente caminhando, é andar observando tudo à volta.
Site pesquisado:
http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/media/2%20-%20o%20novo%20fl%C3%A2neur.pdf
Flash Mob
Flash Mobilization (mobilização rápida)trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada via internet ou celular.
Tem como objetivos gerar impacto e a dispersão dos participantes geralmente é feita com a mesma instantaneidade.
No Brasil, a onda de Flash Mob começou em São Paulo e não demorou muito até que ela se espalhasse pelo resto do país. Um dos Flash Mobs mais conhecidos e com maior repercussão é o no pants, ação cujo nome significa “sem calças” e combate a hegemonia dessas peças do vestuário na composição do visual.
Segue abaixo um exemplo de flash mob realizado no paríodo do Natal nos Estados Unidos,no qual um grupo de “cantores” surpreendeu as pessoas em um shopping Center cantando “ALELUIA”.
Visita ao Museu de Arte e à Casa do Baile - Pampulha 21/03/2011
Na manhã de segunda-feira do dia 21 de Março de 2011, fomos, juntamente com os professores de projeto,visitar duas obras do conhecido e renomado arquiteto Oscar Niemeyer: O Museu de Arte e a Casa do Baile.
![]() |
| Planta do Cassino |
Por motivos de reforma,não pudemos entrar no interior do museu,que foi construído, a princípio, para que vigorasse como um cassino na época em que Juscelino Kubitschek fora prefeito de Belo Horizonte (1940-1945). O objetivo dessa e das outras obras feitas na época (Casa do Baile e Igrejinha da Pampulha) era o de urbanizar a região da Pampulha.
Tendo-se em vista o que foi escrito, compreende-se o caráter burguês, refinado e grandioso presente nas construções,que vão desde o emprego de azulejos e materiais importados,às formas adquiridas pelas construções.Um ponto interessante a ser ressaltado é a ideia gerada entre a relação público/privado no complexo do Cassino,uma vez que cria-se um misto dessas noções ao valer-se de vidros como sendo as "paredes"do prédio.Tal fato faz com que o que seria considerado privado,ou seja,o que se passa no interior do prédio,torne-se também público,devido à transparência do material, que permite esse intercâmbio entre os acontecimentos.
Outra fato que me chamou a atenção foi a maneira sutil de como o arquiteto "brincou" com as formas,colocando curvas somente em um dos lados da construção,alternando a disposição das escadarias,"disformando"o lago,ao mesmo tempo em que "pintava"a vegetação ao seu redor...Enfim, criando um equilíbrio a partir do não-convencional; o que atraiu grandes críticas na época.
![]() |
| Planta da Casa do Baile |
Quanto à casa do baile,sua forma arredondada, quando combinada com a marquise de bordas sinuosas,é responsável por criar uma espécie de suspense acerca da estrutura,que,embora “simples”em relação às demais,transmite uma sensação de tranquilidade à quem a visita.Esse é um fator importante que incorporei nessa visita:o trabalho do arquiteto vai além da construção,uma vez que essa gera sensações diversas nos interlocutores;por isso,deve-se atentar não somente à forma,mas também à função.
Retrato de Nara Refeito
Segue abaixo a foto original e a refeita de acordo com o que foi discutido em sala de aula.
Nara refeita
Nara Original
Nara refeita
Nara Original
quarta-feira, 16 de março de 2011
Minha visão sobre Nara...
De acordo com o que nos foi pedido nas aulas de PROJETO, ministradas na segunda-feira,segue abaixo a foto de minha colega Nara.
Embora a conheça há pouco tempo, acredito que o mais evidente em sua personalidade é o bom humor, aliado ao espírito aventureiro(uma vez que mudou-se do interior de São Paulo para Belo Horizonte, a fim de realizar o seu sonho de cursar Arquitetura e Urbanismo na UFMG).Tais características simbolizam-se,na foto, pela mochila(metáfora da coragem/aventura),pelo sorriso(simbolizando a alegria)e pela natureza(que nos remete à ideia da tranquilidade eda paz de espírito).
Embora a conheça há pouco tempo, acredito que o mais evidente em sua personalidade é o bom humor, aliado ao espírito aventureiro(uma vez que mudou-se do interior de São Paulo para Belo Horizonte, a fim de realizar o seu sonho de cursar Arquitetura e Urbanismo na UFMG).Tais características simbolizam-se,na foto, pela mochila(metáfora da coragem/aventura),pelo sorriso(simbolizando a alegria)e pela natureza(que nos remete à ideia da tranquilidade eda paz de espírito).
Assinar:
Comentários (Atom)




